FABIANA QUEIROGA

Natural de Goiânia, formada em Artes visuais, habilitada em design gráco e pós-graduada em Arte Contemporânea pela Faculdade de Artes Visuais (FAV-UFG). Professora e pesquisadora, Fabiana atua ainda como artista plástica, designer de produto, emprestando aos vários espaços que ocupa à multiplicidade de conhecimentos que acumula.
Seu ateliê é situado em Goiânia, Goias, é onde a designer une suas criações em diferentes suportes dentro das áreas da arte e design.
No atelier, ela cria produtos assinados e também desenvolve pesquisas dentro das Artes Visuais, em escultura e pintura.
As peças são projetadas pela designer e produzidas manualmente transferindo um caráter de exclusividade e sensibilidade, trazendo uma forte influência para o design brasileiro.
Com peças e obras expostas em todo Brasil e exterior, como Chile, Argentina e Estados Unidos.

O trabalho de Fabiana Queiroga tem se destacado por trânsitos plurais em disciplinas da produção visual contemporânea como arte, design, moda e arquitetura. Desse modo, depreendendo-se na multiplicidade de apreensões que tais campos de conhecimento oferecem para a reinvenção de si mesma.
Assim, o trabalho da artista passa a construir exercícios híbridos em que tecnologia e artesania fundem-se para materializar relações concomitantes de figuração e abstração, design e natureza, particular e coletivo, dentro e fora, ambiência e estrutura;
características comumente apresentadas como oposições, mas que Queiroga manipula como junções. Destarte, independentemente da dimensão em que são produzidos, os objetos da artista trazem relações de escalas que permitem o corpo do observador equalizar sensações de ambiência e materialidade no âmbito da cultura em que são produzidos.

Com suas caixas de acrílico (épuras simplificadas) por exemplo, apresenta miniaturas de objetos híbridos que – em técnica de joalheria –, criam infinitas possibilidades de ambiências em pequenas dimensões.

Possui desenhos em aquarela em que podemos perceber a presença da manufatura cuja programação encontrará desenvolvimento no diálogo entre design e natureza; o desenho como gesto de prospecção de atividades sucessivas de planejamento. 

A projeção de fotografias como colagens visuais demonstram como a ampliação, ou redução, de suas peças pouco importam para a fenomenologia que produzem. Nestas, fundos de associações diversas expõem a potência de construção de significantes entre a artificialidade, o natural e a cultura.

Obras

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